Gamer Lifestyle

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    Este é um blog sobre o estilo de vida gamer, o estilo de quem compreende os jogos eletrônicos como forma de arte, cultura, negócio e entretenimento; o estilo de quem joga, mas sobretudo de quem pensa os jogos; o estilo de quem se assume gamer, e vê nisso não um escapismo, mas um complemento a todos os outros aspectos e aspirações de sua existência serenamente revolta. Espere tópicos filosóficos, amenidades, discussões, polêmicas, opinião, tudo isso junto e nada disso também. Enfim, viva o estilo de vida gamer e venha aqui debatê-lo.
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Archive for the 'Artigos' Category

Play-Asia com descontos imperdíveis

Posted by Fabão on 4th janeiro 2010

A Play-Asia deve estar fazendo um saldão, não é possível. Dando uma olhada casual na loja virtual, resolvi vasculhar a seção de descontos e encontrei diversos itens por preços bem convidativos. Como também há muita tranqueira, resolvi filtrar as ofertas, e listo abaixo as que recomendo. Não sei por quanto tempo os itens ficarão com descontos, então, é melhor aproveitar logo. ^_~

PSP

Jeanne D’Arc: US$ 12,90

God of War: Chains of Olympus (Greatest Hits): US$ 14,90

Metal Gear Solid: Portable Ops Plus: US$ 17,90

Mega Man Maverick Hunter X: US$ 19,90

Street Fighter Alpha 3 MAX: US$ 24,90

PlayStation 3

Star Wars The Force Unleashed: US$ 24,90

MotorStorm (Greatest Hits): US$ 24,90

Ninja Gaiden Sigma (Greatest Hits): US$ 24,90

Xbox 360

Too Human: US$ 14,90

Mass Effect: US$ 19,90

Tomb Raider: Anniversary Edition: US$ 24,90

Lost Planet: Extreme Condition (Collector’s Edition): US$ 24,90

Nintendo DS

Ninja Gaiden: Dragon Sword: US$ 17,90

PlayStation 2

Okami (Greatest Hits): US$ 12,90

Onimusha 2: Samurai’s Destiny: US$ 12,90

Onimusha 3: Demon Siege: US$ 12,90

Devil May Cry 3 Special Edition (Greatest Hits): US$ 14,90

Art of Fighting Anthology: US$ 14,90

Fatal Fury: Battle Archives Volume 1: US$ 14,90

Street Fighter Anniversary Collection: US$ 17,90

The King of Fighters ‘98 Ultimate Match: US$ 19,90

Final Fantasy X (Greatest Hits): US$ 24,90

Final Fantasy XII (Greatest Hits): US$ 24,90

Kingdom Hearts II (Greatest Hits): US$ 24,90

Resident Evil 4 (Greatest Hits): US$ 24,90

Street Fighter Alpha Anthology: US$ 24,90

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“Mai, deixa eu cuidar da sua bunda” ou As trapalhadas da SNK do Brasil

Posted by Fabão on 3rd janeiro 2010

Fatal Fury 3, um jogo de belos visuais e frases estranhas...

Fatal Fury 3, um jogo de belos visuais e frases estranhas…

1995 foi um ano de experimentações para a SNK. A empresa produziu o insólito Savage Reign e mudou radicalmente duas de suas tradicionais séries com Samurai Shodown III e Fatal Fury 3. Este último foi o primeiro título de Neo Geo a ultrapassar a barreira dos 250 megabits de dados, chegando ao total de 266 Mb – antes dele, o maior foi Samurai Shodown II, com 202 Mb, e o recordista seguinte foi o shooter Pulstar, com 305 Mb. A grande quantidade de memória para a época foi utilizada para refazer totalmente o visual, após o excelente Fatal Fury Special (atualização de Fatal Fury 2), o que denota a ousadia da SNK de então em comparação com a empresa que ficaria reciclando sprites ano após ano mais tarde. Claro, o tamanho da tarefa, como geralmente acontece, comprometeu o tamanho do elenco: de 15 personagens em Fatal Fury Special, passou-se a 10 lutadores selecionáveis e três chefes. Outro arrojo: apenas cinco deles eram conhecidos. Dos estreantes, alguns se destacariam mais no futuro, como Blue Mary e Ryuji Yamazaki. O sistema de jogo também apresentou novidades, como controle da altura do salto, três planos de ação, defesa aérea, combos de botão e avaliação de desempenho ao final de cada round.

A essa época, a empresa tinha escritório em nosso país. Ainda me recordo que alguns dos momentos altos em minha época de revista Gamers foram as visitas à SNK do Brasil, no bairro do Jabaquara, aqui em São Paulo. E a empresa investia pesado em sua operação brasileira, com lançamento simultâneo de jogos, a presença oficial do console Neo Geo CD, campanhas de marketing em revistas especializadas (como eu queria que eles veiculassem também os hilários comerciais japoneses) e participação expressiva em eventos como a Salex e a UD. Além disso, a maioria dos jogos era localizada para o português – mesmo que fossem as típicas traduções da SNK, notórias por seus erros e gafes. Ouvi dizer, não sei onde, não sei quando, que as traduções eram feitas na sede da empresa, em Osaka, mas isso não serviria de desculpa para as hilárias frases em inglês e em português.

Outro dia, conversando com o Amer sobre Engrish e afins, lembrei-me de uma frase de Fatal Fury 3 que escandalizou-me. Naquele ano de 1995, um amigo tinha um Neo Geo CD, e curtíamos muito a novidade. Tentando terminar com todos os personagens, escolhi então a Mai Shiranui e, ao chegar ao chefe Jin Chonshu (para quem ainda não sabe, ou teima em não acreditar, ele é um homem), eis que o diminuto oponente diz “Mai, deixe eu cuidar da sua bunda”. Para relembrar o momento e compartilhar as muitas frases inusitadas, resolvi jogar o clássico novamente, e reproduzo abaixo os resultados dessa empreitada cômica.

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15 anos de Sega Saturn e minha devoção pelo console

Posted by Fabão on 23rd novembro 2009

SegaSaturn_Artistic

Neste domingo, dia 22 de novembro, o Sega Saturn completou 15 anos desde seu lançamento no Japão.  O console foi lançado a ¥44.800, com cinco jogos disponíveis: Virtua Fighter, WanChai Connection, Myst, Tama e Mahjong Gokuu Tenjiku. Poucas semanas depois, o Japão testemunhou a chegada do novato PlayStation, da Sony, e, ao longo dos anos, o concorrente ganhou a simpatia das produtoras e do público, encerrando prematuramente a carreira do console da Sega. Mas foi uma vida muito produtiva, não obstante o hardware hermético e as vendas tímidas. Só no Japão, o console recebeu mais de 1000 jogos, incluindo os melhores jogos de luta 2D de sua geração e muitos grandes e obscuros shooters e RPGs.

Dados sobre vendagem são conflitantes: o artigo da Wikipedia em inglês cita dois números de fontes diferentes, 9,5 milhões e 17 milhões de unidades vendidas no mundo todo; já o artigo da Wikipedia japonesa é mais categórico: 8,76 milhões de consoles no mundo, 5,8 milhões apenas no Japão. Um número mais plausível que eu cheguei a ver é de 14,46 milhões de unidades no mundo, sendo 5,6 milhões em terras nipônicas e outros 8,86 milhões de consoles no restante do mundo. No Japão, o jogo mais vendido do Sega Saturn foi Virtua Fighter 2, febre absoluta na época, com 1,4 milhão de unidades vendidas – também foi o único do console a ultrapassar 1 milhão em vendas no Japão.

Com a chegada do Dreamcast, em novembro de 1998 no Japão, todos os recursos financeiros da Sega foram direcionados à nova plataforma, e o Sega Saturn definhou: após receber 319 jogos em 1996 e 351 em 1997 em território japonês, a oferta de títulos foi reduzida a 215 em 1998 e apenas 17 em 1999. Em 2000, seu último ano de lançamentos licenciados no Japão, o Saturn ganhou apenas três jogos – o último foi Yukyuu Gensoukyoku: Perpetual Collection, no dia 7 de dezembro, uma coletânea de títulos lançados previamente para o console (o que torna Final Fight Revenge, de 30 de março, o último jogo original lançado para o console). Nos EUA e Europa o console já havia sido interrompido há muito mais tempo, em 1998, com Magic Knight Rayearth e Deep Fear, respectivamente.

Atualmente, o console e seus jogos são muito procurados por colecionadores, dada a alta qualidade de muitos deles e a raridade de alguns. Há excelentes títulos muito acessíveis e gemas singulares a preços exorbitantes. Eu comecei a montar minha biblioteca de jogos na própria época de ouro do console, mas a ampliei consideravelmente nos últimos tempos, buscando boas ofertas em leilões japoneses. Abaixo, uma parte do que acumulei ao longo desses 15 anos de história.

SaturnCollection_Fighters

Aqui, reuni principalmente os grandes jogos de luta. Em volta do tradicional Saturn cinza, japonês, e do controle arcade original da Sega, os títulos de pancadaria da Capcom e da SNK. Tenho Vampire Savior, X-Men Vs. Street Fighter e o raríssimo Street Fighter Zero 3 na caixa e com seus respectivos cartuchos de 4 MB de RAM. Ainda da Capcom, Street Fighter Zero 1 e 2, Street Fighter Collection, Vampire Hunter, X-Men: Children of the Atom, Marvel Super Heroes, Marvel Super Heroes Vs. Street Fighter (versão standalone), Pocket Fighter e duas versões de Cyberbots, a convencional e a grande caixa limitada, com artbook e número de série. Da SNK, The King of Fighters 95 com cartucho de ROM e Samurai Shodown III, Real Bout Fatal Fury e Real Bout Fatal Fury Special com cartucho de 1 MB de RAM. Em versões convencionais, Fatal Fury 3, The King of Fighters 96 e 97 e World Heroes Perfect. De penetra na foto, versão completa de NiGHTS Into Dreams…, incluindo o controle analógico.

SaturnCollection_RPGs

Acima, RPGs e afins, gênero muito produtivo para o console no Japão, que infelizmente não viu muitas traduções para o inglês. Indo na ordem desta vez, a foto começa com Langrisser IV, Shining Force III: Scenario 3,  Panzer Dragoon Zwei (é shooter, eu sei), Azel: Panzer Dragoon RPG (grande jogo com quatro CDs, a versão americana é caríssima) e Enemy Zero do Kenji Eno na primeira fileira. Abaixo, começa com todas as versões de Grandia: a demo Grandia Prelude (raro), Grandia propriamente dito e o disco de extras Grandia Digital Museum.  Ao lado, os excelentes Sakurai Taisen 1 e 2. Mais abaixo, Lunar: Silver Star Story, Lunar: Magic School e Lunar 2: Eternal Blue; depois, a dupla de adventures cyberpunk Policenauts e Snatcher, de Hideo Kojima. Na última fileira, o demoníano e cômico Tengai Makyou: Daishi no Mokushiroku, o raro Castlevania: Symphony of the Night, o penetra Christmas Nights e duas versões do estratégico Super Robot Taisen F. Mais ao lado, Resident Evil, o fantástico jogo de estratégia Dragon Force e Samurai Shodown RPG.

SaturnCollection_Misc

Por fim, jogos da divisão AM2 da Sega, liderada pelo lendário Yu Suzuki, e outras coisas. Dá para ver Daytona USA, Daytona USA Championship Circuit Edition, Sega Rally, Virtual-On, Virtua Fighter 1, Remix e 2 (esqueci de incluir o VF Kids na foto), Fighting Vipers, Fighters Megamix, Decathlete e Virtua Cop. Ainda dignos de menção na foto estão o frenético Wipeout e a excelente e rara versão do shooter Gokujou Parodius Da! Deluxe Pack, da Konami, além do interessante Assault Suit Leynos 2.

Tenho muitos outros jogos de Saturn japoneses aqui em casa, várias duplicatas e títulos menores. Sem contar os jogos americanos que estão na casa da minha mãe, incluindo os caríssimos Dragon Force e Albert Odyssey Gaiden, da saudosa Working Designs. Apesar de eu ter uma formação Nintendo, o Sega Saturn acabou sendo o console a que mais dediquei esforços de colecionador – e ainda há muitos títulos que cobiço, como Dungeons & Dragons Collection, Radiant Silvergun, Groove on Fight, Princess Crown, Devil Summoner: Soul Hackers, Metal Slug… O 32-bit da Sega foi e continua sendo muito importante na minha formação como jogador, então é com especial satisfação que digo: feliz aniversário, Sega Saturn!

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Fotoanálise: figura da personagem The Boss (Metal Gear Solid)

Posted by Fabão on 4th novembro 2009

Uma figura detalhada para eternizar uma lenda

Uma figura detalhada para eternizar uma lenda

Recentemente, adquiri na Play-Asia o produto Ultra Detail Figure Metal Gear Solid Collection 2 Pre-Painted Figure: The Boss. Resumindo, uma pequena estátua com 16 cm de altura da personagem The Boss, de Metal Gear Solid 3 – na minha opinião, a melhor personagem de toda a série e responsável pela cena que me fez chorar como criança.

The Boss 006

Não foi uma aquisição tão cara: o produto custou US$ 39,90 e o envio, na módica modalidade Air Economy Box Registered, mais US$ 14,40. Total: US$ 49,30, abaixo do mínimo para o cálculo do imposto de importação. Com essa modalidade de envio, é possível rastrear a encomenda direto pelo site dos Correios, e a entrega levou exatos 22 dias corridos. Nenhum absurdo.

The Boss 025

A figura, como disse, é uma pequena estátua, sem partes móveis, fabricada pela Medicom Toys. Como o nome sugere, de fato ela é ultradetalhada, com partes de seu uniforme devidamente modelados e pintados. Seu traje é fiel ao modelo do jogo, da gola às botas, com detalhes na emblemática cor prateada.

The Boss 027

Se há uma parte que poderia ser melhorada, é o rosto da mentora de Naked Snake. Aqui, ela parece ter traços mais grosseiros que em sua versão digital, mais suave, ainda que severa e respeitável. A tinta usada no cabelo resvala sobre a pele em alguns pontos, coisa mínima.

The Boss 016

A única parte removível é sua carabina The Patriot, que Voyevoda empunha com uma única mão, exibindo sua extrema habilidade – Jack precisava das duas mãos para usar a arma. O artefato encaixa-se com precisão na mão direita da Boss, ficando firme e com um detalhe elegante: seu dedo indicador repousa com perfeição sobre o gatilho.

A estátua não vem com base para fixação, então você precisa deixá-la sobre uma superfície reta, e aí revela-se outro problema, este um pouco mais chato: com a arma em punho, seu centro de gravidade desloca-se levemente para frente, tirando o equilíbrio da figura. Assim, com um leve balançar da superfície, ela cai para frente. O equilíbrio poderia ter sido levado em consideração,  principalmente pelo fato de não haver uma base. A solução é deixá-la com as costas encostadas em algum lugar, inclinada para trás.

Achei o preço um pouco desproporcional pelo tamanho da figura e pelos problemas apontados, mas a modelagem e pintura geral, bem como a pose significativa, fazem valer a aquisição. Há também outros personagens de Metal Gear Solid nessa série Ultra Detail, mas, por ora, ficarei apenas com a Boss. A galeria com as fotos que tirei você confere abaixo.

É uma excelente figura para deixar sobre a mesa e lembrar sempre do mote da chefona: “loyalty to the end”.

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Os efeitos da crise mundial sobre os games

Posted by Fabão on 28th fevereiro 2009

Crise econômica mundial

O artigo a seguir foi escrito há exatamente um mês, e nesse breve intervalo muita coisa mais já aconteceu: a Midway pediu concordata, a Rare anunciou reestruturação com corte de funcionários, a Sega fechou arcades e cancelou o RPG baseado em Alien, com prováveis demissões na desenvolvedora Obsidian, a NCSoft cortou mais 70 a 90 posições, a Disney demitiu cerca de 35 no seu estúdio Propaganda Games e cancelou uma sequência não-anunciada de Turok, a THQ demitiu 100 funcionários de sua divisão mobile e, uma semana depois, divulgou perdas de US$ 191 milhões referentes ao final de 2008 e corte de 600 postos de trabalho. As indústria de games sofre com a recessão, mas as dificuldades não atingem todas as empresas uniformemente, ratificando uma teoria de que crises assim vêm para punir os excessos e premiar a prudência, a versatilidade, a criatividade, a eficiência ou seja lá o que faz algumas empresas lucrarem enquanto outras se afundam. De qualquer forma, a fase irá passar e a indústria sairá fortalecida, com lições aprendidas. Assim espero.

À Prova de Recessão?

Como a crise financeira global está afetando a indústria de jogos

O mundo atravessa um período de recessão epidêmica, com foco nos países mais ricos e sérios danos colaterais nas economias em desenvolvimento. A bolha do crédito estourou, instituições financeiras quebraram, o petróleo atingiu o pico histórico na metade de 2008, o desemprego aumentou, o consumo diminuiu. E, em meio ao drama global, a indústria de videogames cresceu, mais uma vez quebrando recordes.

Somando as vendas de consoles, jogos e acessórios, o segmento faturou, só nos EUA, segundo dados da NPD, US$ 21,33 bilhões em 2008, quebrando a inédita barreira dos US$ 20 bilhões anuais. Somente no mês de dezembro, US$ 5,29 bilhões foram gastos com games nos EUA – aproximadamente o que a indústria faturou no ano inteiro de 1997. O montante do ano passado representa um crescimento de 19% em relação a 2007, quando o mercado de games somou US$ 17,94 bilhões.

Mas essa é apenas uma perspectiva, e não é a mais adequada para analisar o impacto da atual crise sobre os jogos eletrônicos. Em comparação com a taxa de crescimento dos anos anteriores, percebemos uma desaceleração. Depois de evoluir 6% em 2005, a indústria avançou 19% em 2006 e cresceu 43,5% em 2007. Em 2008, a marcha se reduziu lentamente: a receita com games no primeiro trimestre foi 21% maior que no mesmo período de 2007, 32% maior no segundo trimestre, então 7% maior no terceiro trimestre e apenas 10% maior nos três últimos meses do ano.

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Brasil, terra para PS2 ou PS3?

Posted by Fabão on 13th fevereiro 2009

Capa da revista Continue, final de 2006: não é de hoje que estamos esperando...

Capa da revista Continue, final de 2006: não é de hoje que estamos esperando…

Sonho de Emergente

Em plena aceleração do PS3, a Sony sinaliza a possibilidade de fabricar o PS2 no Brasil. Faz sentido?

No início de setembro [de 2008], a indústria brasileira de games recebeu uma notícia – inusitada? improvável? incompreensível? – que dividiu consumidores e especialistas: a Sony pode passar a fabricar o console PlayStation 2 no Brasil. Sim, o Dois. A novidade veio da Superintendência da Zona Franca de Manaus, que recebeu o projeto da Sony Brasil e aprovou a fabricação do console no Pólo Industrial de Manaus. Não há confirmação, por enquanto, por parte da Sony, mas os dados da Suframa dão conta de que a empresa investiria quase R$ 9 milhões, geraria mais de 70 empregos e fabricaria, no primeiro ano, 450 mil unidades do console.

Se o plano sairá da esfera das expectativas para entrar no campo das ações, ainda não é possível saber – a Sony Brasil afirmou que o projeto submetido é apenas para assegurar a possibilidade de investimento no Pólo. A simples notícia, porém, já dá margem para reflexões sobre a Sony, o PS2 e o Brasil.

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Resumo das Notícias de 2009-02-09

Posted by Fabão on 9th fevereiro 2009

  • facanoconsole…. (pt) Gustavo “Mancha” do Faca no Console pinta Mega Man no seu quarto, publica galeria, faz tutorial. Serviço completo! #
  • blog.paran.com… (ko) Scans da Arcadia Magazine de março, incluindo o chefão de Tekken 6 BR e novas telas de King of Fighters XII. #
  • hadouken.wordp… (pt) Hadouken traz comercial de Ultimate Ghosts ‘n Goblins (PSP), mostrando o dia-a-dia de Arthur desde seu jogo anterior. #
  • meiobit.pop.co… (pt) Dori Prata do Meio Bit recomenda matéria do GamesRadar com antigas propagandas impressas de games. Nostalgia pura! #
  • portallos.word… (pt) Programe-se: Portallos lista os lançamentos de games desta semana. #
  • atsai.co.jp/~z… (ja) Fotos da estátua de Kan’u Unchou de Ikkitousen Great Guardians. Sai em maio a ¥17.640 (US$192). #
  • blog.livedoor…. (ja) 4 jogos mais vendidos na Amazon Jp são p/ plat. Sony: Persona PSP, FFVII AC + FFXIII Demo, Demon’s Souls e Yakuza 3. #
  • videogamerx.ga… (ko) Novas telas de Star Ocean 4: The Last Hope. RPG da Square Enix sai dia 19/02 no Japão e 24/02 nos EUA. #
  • videogamerx.ga… (ko) Capa e dezenas de novas telas de Dead Rising: Chop Til You Drop (Wii). Sai 19/02 no Japão e 24/02 nos EUA (=SO4!). #
  • famitsu.com/ga… (ja) Site da Famitsu com telas e renders dos personagens de Dragon Ball Evolution (PSP). Aber… Jogo sai dia 19/03 jp. #
  • Press release: NC Games trará mais de 50 jogos para o Brasil no 1° trimestre, incluindo GH World Tour, SF4 (?), RE5, GTA DS e Killzone 2. #
  • andriasang.com… (en) Street Fighter IV ganhará modo de campeonato online após o lançamento. #
  • plusd.itmedia…. (ja) Evolução do rosto da Chun-Li. No final, vote no seu favorito. ITmedia +D Games já fez isso com Ryu: plusd.itmedia…. #
  • edge-online.co… (en) Edge entrevista funcionário da Mad Catz (que fez controle arc. de SF4) sobre a demanda por controles de alta precisão #
  • finalfantasyse… (en) Square Enix divulga duas datas americanas: Dissidia: Final Fantasy (PSP) e Kingdom Hearts 358/2 (DS) saem dia 31/08. #

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King of Fighters XII está 90% completo, novos vídeos

Posted by Fabão on 1st fevereiro 2009

Os 20 personagens de KOF XII

Os 20 personagens de KOF XII

Como avisei dia 22 e lembrei ontem, neste final de semana está rolando a mais nova bateria de testes de The King of Fighters XII, o arcade de luta da SNK Playmore que utiliza a placa Type-X2 e sai no Japão em abril. Por lá, é comum as empresas realizarem esses eventos, que eles chamam de “loketest”, contração de “location test”. Dezenas ou centenas de jogadores veem participar enquanto a empresa monitora tudo, fazendo ajustes posteriores ao jogo. A mais nova versão de KOF XII, em exibição no arcade Club Sega de Shinjuku, Tóquio, está 90% completo e traz muitas novidades e melhorias em relação às versões anteriores.

O elenco completo de lutadores já foi revelado em um evento à parte, no dia 29 de novembro, no prédio da Enterbrain (editora da revista Famitsu), em Tóquio: Ash Crimson, Duo Lon, Shen Woo, Kyo Kusanagi, Benimaru Nikaido, Goro Daimon, Iori Yagami (com novo uniforme), Athena Asamiya, Sie Kensou (tanto Athena quanto Kensou estão com seus uniformes de Psycho Soldier, o arcade de 1986), Chin Gentsai, Terry Bogard, Andy Bogard, Joe Higashi, Kim Kaphwan, Raiden, Ryo Sakazaki, Robert Garcia, Ralf Jones, Clark Still (parece que oficializaram essa versão do sobrenome) e Leona Heidern (com uniforme novo e pela primeira vez com sobrenome exibido num episódio da série principal). O jogo exibe gráficos 2D em alta definição construídos a partir de modelos 3D e posteriormente convertidos em arte bidimensional. O esquema de jogo volta ao 3-contra-3 alternado em rounds (ao contrário das trocas em tempo real de 2003 e XI).

Flyer de instruções da nova versão
Acima, flyers de instruções e golpes da mais nova versão em teste

Acima, flyers de instruções e golpes da mais nova versão em teste

Isso tudo você certamente já sabe, então vamos comentar as novidades que começaram a ser experimentadas neste sábado em Shinjuku. Em relação ao loketest anterior (realizado dias 20 e 21 de dezembro), a primeira coisa que se nota é o aumento da velocidade do jogo. Neste quesito, até aqui, KOF XII se assemelhava muitos aos dois primeiros jogos da série (94 e 95); com os ajustes, passou a ser tão ou mais rápido que o episódio anterior (XI).

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PlayStation 2 e sua triste derrocada

Posted by Fabão on 28th janeiro 2009

Morte Inglória

Beirando os nove anos de vida, o PS2 continua a receber muitos jogos. Mas e quanto à qualidade?

Mercenaries 2

Os ciclos de vida dos consoles domésticos são mais ou menos previsíveis: começam com jogos funcionalmente iguais aos da geração passada, apesar de mais bonitos, depois começam a ficar mais sofisticados até chegar ao pico criativo e tecnológico com quatro ou cinco anos de idade. Quando seu sucessor chega ao mercado, porém, a qualidade dos jogos começa a cair progressivamente até que a plataforma é definitivamente abandonada um ou dois anos depois (alguns anos mais, dependendo da base instalada).

Nessa fase de decrepitude, os jogos se encaixam em basicamente três categorias: 1) produções baratas, algumas vezes atreladas a alguma marca, muitas delas voltadas para o público infantil; 2) tradução de algum jogo japonês lançado há muito tempo, mas que na época foi dispensado em favor de algo com maior potencial de vendas; 3) versão mais pobre de um jogo natural da geração seguinte ou, mais raramente, de um sistema portátil.

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Torneio nacional japonês de Street Fighter IV

Posted by Fabão on 24th janeiro 2009

Jogadores de todo o Japão se reúnem para a final do torneio nacional

Jogadores de todo o Japão se reúnem para a final do torneio nacional

Japoneses cultuam certos jogos e se dedicam a eles com uma abnegação que dificilmente se vê no ocidente. Quase obsessivamente, aperfeiçoam suas habilidades à exaustão, apenas para conquistar notoriedade entre os membros de seu nicho. Basta procurar por vídeos de “perfect play” de shmups ou disputas de alto nível de jogos de luta para perceber o resultado de tanta entrega – e claro que não se conquista nervos de aço, reflexos de ninja e julgamento preciso sem abdicar de muitas coisas na vida.

Com Street Fighter IV, lançado nos arcades de lá em junho de 2008, não é diferente. Ainda mais com o fato de o jogo adotar um sistema de ranqueamento nacional computado e exibido em cada máquina. Quando se começa a jogar, você compra um cartão para gravar seus dados e o utiliza em todas as partidas. Conforme vence, conquista Battle Points. Se perde, é penalizado em seus BPs. O sistema coleta os dados de todos os jogadores em tempo real e exibe na tela de ranking do jogo. Assim, todos no país inteiro sabem como está a classificação geral – saiba mais sobre os BPs e como eles determinam o nível de habilidade dos jogadores aqui. É um sistema consagrado que começou, nos jogos de luta, com Virtua Fighter 4 e foi adotado também por Tekken 5 e 6, por exemplo. Tal sistema, combinado com a dedicação natural dos jogadores japones, explica a beleza e a técnica das partidas que eles promovem, uma fonte de consulta para entusiastas e jogadores profissionais do mundo todo.

O que acontece, então, quando se promove um torneio nacional, congregando os melhores dos melhores? Puro frenesi é o que acontece, e foi assim no dia 18 de janeiro último, quando a Capcom promoveu a grande final de Street Fighter IV. Seletivas regionais vinham acontecendo desde novembro de 2008, e 112 jogadores se classificaram, com mais 16 sorteados no dia para completar as chaves com 128 participantes.

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