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Análise: Tatsunoko Vs. Capcom (Wii)

Postado por Fabão em 3 de fevereiro de 2009 às 12:40 am Imprima esta postagem Imprima esta postagem

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Tatsunoko Vs. Capcom

A série Versus renasce com força total

Tatsunoko Vs. Capcom

Sistema: Wii
Produção: Capcom
Desenvolvimento: Capcom/Eighting
Lançamento: 11 de dezembro de 2008 (Japão)
Mais: http://www.capcom.co.jp/tatsucap/

Desde que a Capcom lançou X-Men: Children of the Atom em 1994, uma nova linhagem de jogos de luta se iniciou. Caracterizada por golpes devastadores que preenchem toda a tela, personagens com visual e animação digna de desenho animado, super pulos e combos aéreos espetaculares, a série logo implementou também o genial conceito de crossover, o cruzamento de dois universos diferentes. Assim nasceu a série Versus, com os jogos de duplas X-Men Vs. Street Fighter, Marvel Super Heroes Vs. Street Fighter, Marvel Vs. Capcom e o superlativo Marvel Vs. Capcom 2 (com trios!). E parou por aí. Tivemos de esperar oito anos por um novo membro da linhagem, mas agora com rostos diferentes.

Saem os universalmente conhecidos heróis da Marvel (até porque a licença da marca para jogos agora pertence à Activision), entram para enfrentar o elenco da Capcom os personagens do estúdio japonês Tatsunoko Productions (confira o box para conhecê-los melhor). E se embora perdeu-se a familiaridade dos mutantes, o espírito do jogo manteve-se intacto.

A fantástica fábrica de combos

Impossível não notar, prontamente, que os gráficos agora são totalmente 3D (MvC2 tinha cenários poligonais, mas os personagens ainda eram sprites bidimensionais), o que poderia ser motivo de preocupação para os puristas. Felizmente, o visual trabalha em função da jogabilidade, e não o contrário. É incrível como os personagens se movem com agilidade e fluidez, respondendo instantânea e precisamente aos comandos e combinações mais elaborados.

O sistema permanece o mesmo: você escolhe dois lutadores, pode alternar entre eles durante a batalha e vence aquele que acabar com a dupla adversária. A diferença é que os comandos foram reduzidos a quatro botões, herdando e aprimorando um pouco da filosofia de MvC2, que utilizava seis botões de ação, dos quais apenas quatro de ataque e dois de trocas. Agora são três teclas de ataque (fraco, médio e forte) e um botão para acionar o parceiro. Para fazer chain combos do tip zig-zag (soco fraco > chute fraco > soco médio > chute médio > soco forte), basta apertar duas vezes o golpe fraco, duas vezes o médio e então o forte (o personagem alterna automaticamente entre socos e chutes). O air launcher é universal, apertando diagonal baixo-frente mais golpe forte. E o botão de chamar o parceiro pode ser usado em situações diferentes e com comandos combinados para se trocar de personagem, usar um counter, chamar a ajuda do aliado etc.

Os fundamentos também são os mesmos, com poucas diferenças: há corridas para trás ou para frente, no chão ou no ar, agarrões e técnicas para escapar deles, pulos duplos (quase todos os lutadores agora os têm), super pulos, barras de super que podem acumular até cinco níveis e hyper combos que gastam uma, duas ou três barras. Os combos continuam a comportar chain combos de botões, golpes especiais e hyper combos, todos se cancelando para formar seqüências criativas e bonitas.

Como novidades sutis, porém muito preciosas, temos os recursos Mega Crash e Baroque. O primeiro se aciona com os quatro botões simultaneamente para escapar de situações de risco ou de abuso (até mesmo de hyper combos) ao custo de duas barras de super e um pouco de energia. Já o Baroque é feito durante um combo ao custo de toda a sua energia vermelha (aquela recuperável) para ampliar, naquele instante, a extensão e o dano do seu combo. Se bem dominado, o recurso dá margem a seqüências sublimes e devastadoras.

Como Super Smash Bros. Brawl, TvC é generoso com as possibilidades de controle: aceita Wii Remote sozinho, Wii Remote mais Nunchunk, Classic Controller e controle de GameCube. Os jogadores exigentes obviamente preferirão uma das duas últimas possibilidades, já que elas oferecem comandos distintos para todos os recursos de jogabilidade e, portanto, um maior controle sobre a ação. As duas possibilidades com Remote simplificam os comandos (como no modo Easy Operation de Capcom Vs. SNK 2 EO para GameCube), então basta apertar continuamente o botão de ataque para desferir combos, o botão de especial para executar instantaneamente os golpes mais elaborados e dois botões juntos para disparar hyper combos. Ajuda principiantes a fazerem um jogo mais bonito, mas tira toda a técnica do combate.

Conteúdo insuficiente

O elenco tem 18 lutadores iniciais e mais quatro secretos (exclusivos desta versão para Wii) muito diferentes em golpes, comandos, velocidade, poder e resistência, o que significa que você passará um bom tempo até dominar todos eles (o modo Training, com menus em inglês, vem bem a calhar). O elenco da Capcom, por exemplo, é com certeza o mais variado de toda a série Versus.

O problema é que MvC2 e seus 56 lutadores nos deixou mal-acostumados, então resta pouco a explorar quando você já terminou o jogo com os 22 personagens. Se você tiver amigos para curtir partidas versus, o jogo continua interessante, mas se não tiver oponentes próximos, infelizmente, não há alternativas, já que o jogo não possui um modo online de batalhas.
Como paliativo, há um mini-game exclusivo para cada personagem, que você joga usando apenas o Wii Remote, e cada um tem uma tarefa e um maneira de usar o controle distintas. Contudo, poucos deles prendem a atenção por mais que alguns minutos.

Como em MvC2, você conquistas pontos ao jogar e pode gastá-los na opção Shop, adquirindo ilustrações, músicas, perfis de lutadores e cenários para visualizá-los em Gallery, ou mesmo novas cores de uniformes para alguns lutadores.

Os gráficos primorosos artística e tecnicamente (belo cel shading rodando a constantes 60 fps) e o equilíbrio entre os lutadores mostram que a equipe de desenvolvimento da Capcom e da Eighting (Bloody Roar, Naruto: Gekitou Ninja Taisen, Castlevania Judgment) trabalharam em perfeita sintonia. Resta apenas torcer por uma possível versão americana, que ainda enfrenta obstáculos de copyright (e possivelmente de mercado, já que o gênero de luta não é mais lucrativo como antes).

O QUE É
Jogo de luta de duplas com os personagens da Capcom e do estúdio de animação Tatsunoko Productions.

VISUAL
Um serrilhado aqui e uma textura embaçada ali, mas no geral impressiona bastante, principalmente pelos efeitos especiais e animação fluida.

ÁUDIO
Releituras de alguns temas dos jogos da Capcom e dos animes da Tatsunoko, mas sem nenhuma inspiração especial.

JOGABILIDADE
Os comandos simplificados e os ajustes no sistema de jogo permitem batalhas interessantes para os novatos e combos belíssimos para os peritos.

INOVAÇÃO
Não é um tipo de jogo que prima pela criatividade, mas há alguma originalidade nos mini-games pelo menos.

RESUMO
Mesmo com um elenco talvez não tão conhecido, o jogo tem personalidade e o DNA dos jogos de luta da Capcom.

BÔNUS: Informações Adicionais

O lado da Tatsunoko

A Tatsunoko Productions é um estúdio de animação japonês fundado em 1962 que se especializou em fazer séries para a TV. Apesar de não possuir atualmente no ocidente a notoriedade que outras empresas do ramo como Toei, Studio Ghibli e Production I.G., a Tatsunoko produziu muitos desenhos animados (na época ainda não eram conhecidos como animes) que encantaram as crianças e adolescentes dos anos 70 e 80. No Brasil, os mais velhos devem se lembrar dos trágicos Aventuras de Pinóquio e Abelhinha Hutch, ou do cômico Guzula ou ainda das aventuras de Ás do Espaço, Zillion e do clássico Speed Racer. Porém, nenhum destes representa o estúdio no crossover da Capcom, e sim personagens das séries de herois da Tatsunoko (alguns dos quais passaram pela TV brasileira). Conheça ou relembre alguns detalhes dessas séries que estão no jogo, em ordem cronológica:

Hakushon Daimao (1969)
Personagem no jogo: Hakushon Daimao

Um desenho de comédia que fez muito sucesso no Brasil nos anos 80 com o nome de O Gênio Maluco. O garoto Zeca (Kan no original) encontra uma velha garrafa em seu porão e dela sai o Gênio (Hakushon Daimao) quando o menino espirra. Porém, o gênio não consegue realizar um desejo direito, e ainda basta um espirro para que ele retorne imediatamente para a garrafa. Para aumentar a confusão, a filha do gênio, a Geniazinha (Akubi), aparece e desaparece quando alguém boceja e a esposa do gênio atende quando alguém soluça. Exibido por aqui em diversas emissoras, o desenho também ficou conhecido como Gênio Atchim e Bob, O Gênio.

Kagaku Ninjatai Gatchaman (1972)
Personagens no jogo: Ken the Eagle (Oowashi no Ken) e Jun the Swan (Shiratori no Jun)

Animação de ficção-científica e ecologia com um grupo de cinco super-herois com uniformes baseados em pássaros. No Japão foi televisionado em três séries (1972, 1978 e 1979), teve uma série de três volumes em VHS (1994), um longa de animação (1978) e tem um novo longa em computação gráfica em produção (para 2009). No Brasil, o desenho foi televisionado em versão profundamente editada em diferentes épocas e por diferentes emissoras, recebendo nomes como G-Force, A Batalha dos Planetas e Eagle Riders.

Shinzou Ningen Casshern (1973)
Personagem no jogo: Casshern

Num futuro apocalíptico em que os robôs dominaram o mundo, Tetsuya Azuma se transforma no ciborgue Casshern para destruir as máquinas opressoras com a ajuda de seu cachorro robótico Friender. A série original teve apenas 35 episódios na TV japonesa e foi adaptada em 1993 para um OVA de quatro episódios – que chegou ao Brasil como Casshan: O Exterminador direto em VHS (e mais tarde em DVD). Em 2004 foi produzido um longa com atores reais e computação gráfica, que chegou por aqui em DVD em 2006 com o título Casshern: Reencarnado do Inferno. Em 2008 estreou uma nova série, intitulada Casshern Sins, em anime e mangá, que é uma releitura das histórias do ciborgue.

Hurricane Polymar (1974)
Personagem no jogo: Polymar

Takeshi Yoroi se transforma em Hurricane Polymar para combate o crime usando uma roupa que o permite assumir qualquer forma. A animação recebeu um remake em OVA em 1996 intitulado Shin Hurricane Polymar. Enquanto a série original foi televisionada, fora do Japão, apenas na Itália, o OVA foi lançado nos EUA como Hurricane Polymar.

Uchuu no Kishi Tekkaman (1975)
Personagem no jogo: Tekkaman

Com a Terra em decadência, a humanidade procura por um novo lar. Um esquadrão conhecido como Cavaleiros Espaciais combate os aliens conhecidos como Waldaster e buscam um novo planeta para abrigar os seres humanos. Uma nova versão, Tekkaman Blade, foi produzida em 1992 e uma seqüência direta, Tekkaman Blade II, foi lançada como OVA em 1994. Todas chegaram aos EUA, mas nunca foram lançadas no Brasil.

Yatterman (1977)
Personagens no jogo: Yatterman-1 (Yatterman Ichi-go) e Doronjo

Uma pedra lendária conhecida como Skull Stone está despedaçada e espalhada pelo mundo. Seu poder de revelar um grande depósito de ouro atrai a cobiça de muitos, como o grupo de gatunos Dorombo, composto pela bela Doronjo e seus capangas Boyacky e Tonzra. Os planos dos vilões sempre são sabotados pelo garoto Gan-chan, o Yatterman N° 1, e sua namorada Ai-chan, a Yatterman N° 2. Uma nova produção modernizou a história em 2008, e um filme com atores reais está previsto para 2009. A série nunca foi exibida no ocidente, mas o desenho que o precedeu, Time Bokan, foi lançado no Brasil em DVD como “A Fantástica Máquina do Tempo”.

Ougon Senshi Gold Lightan (1981)
Personagem no jogo: Gold Lightan

Um garoto chamado Hiro encontra um isqueiro dourado que revela ser o Guerreiro Dourado Gold Lightan. O robô gigante deve salvar a Terra da invasão do King Ibalba com a ajuda de seus companheiros robóticos. O desenho nunca foi exibido nos EUA ou no Brasil.

Gyakuten Ippatsuman (1982)
Personagem no jogo: Ippatsuman

Sexta saga da cômica série Time Bokan (da qual também faz parte Yatterman), Ippatsuman se passa nos anos 1990 em Osteandel City, onde a empresa Time Lease lidera o negócio de aluguéis (de tudo, até de robôs). Uma outra companhia, a Skull Lease, visa superar a concorrente e dominar o mundo. Gou Sokkyuu veste uma roupa de borracha e usa seus poderes psíquicos para combater a Skull Lease como Ippatsuman. A série de 58 episódios nunca foi exibida fora do Japão.

Karas (2005)
Personagem no jogo: Karas

Otoha, ex-membro da Yakuza, vive em Shinjuku, numa versão fictícia de Tóquio habitada por humanos e yokai (demônios japoneses). Como um karas, um guardião do distrito, ele é capaz de se transformar em um carro, um avião ou um navio, além de ser exímio espadachim. Otoha deve eliminar seu predecessor, o corrompido Eko. A série estreou em seis episódios no pay-per-view japonês e foi lançado em DVD nos EUA.

O lado da Capcom

Ao contrário da Tatsunoko, os heróis da Capcom são conhecidos mundialmente. A maioria dos personagens da empresa vem de jogos consagrados no ocidente, mas há exceções. Como alguns dos heróis podem não ser imediatamente identificáveis, confira a lista completa, organizada por jogo:

Street Fighter (1987)
Personagem no jogo: Ryu

O lutador andarilho que usa o estilo Shotokan e desfere Hadoukens estreou no primeiro Street Fighter, episódio relativamente desconhecido da série.

Mega Man (1987)
Personagem no jogo: Roll


A irmã de Mega Man apareceu no final do primeiro jogo da série, e nem tinha seu nome mencionado.

Street Fighter II (1991)
Personagem no jogo:
Chun-Li

A lutadora mais famosa do mundo estreou no revolucionário Street Fighter II.

Darkstalkers (1994)
Personagem no jogo:
Morrigan Aensland

A voluptuosa succubus estreou logo no primeiro Darkstalkers, o jogo de luta com demônios, monstros e bestas diversas.

Quiz Nanairo Dreams (1996)
Personagem no jogo:
Saki Omokane

Este jogo foi lançado apenas no Japão, nasceu nos arcades e depois foi convertido para Saturn e PlayStation. É um misto de tabuleiro, quiz e simulador de encontros. Você é um garoto que deve conquistar sete garotas para obter seus cristais e expulsar o Rei do Mundo Maligno. Uma dessas garotas é Saki, que apareceu como uma ajudante em Marvel Vs. Capcom e agora como personagem secreta de Tatsunoko Vs. Capcom.

Street Fighter III (1997)
Personagem no jogo:
Alex

O loiro lutador de luta-livre foi o personagem principal de Street Fighter III.

Rival Schools (1997)
Personagem no jogo:
Batsu Ichimonji

Batsu, estudante da Taiyo High School, foi o personagem principal do jogo de luta escolar.

Mega Man Legends (1997)
Personagem no jogo:
Rock Volnutt

Mega Man Volnutt é a versão do azulzinho da sub-série Legends, a estréia do jogo na terceira dimensão. O primeiro jogo também foi lançado para Nintendo 64 como Mega Man 64.

Viewtiful Joe (2003)
Personagem no jogo:
Viewtiful Joe

“Henshin a go-go, baby!” O otaku Joe revelou seus poderes cinematográficos em Viewtiful Joe para GameCube.

Onimusha: Dawn of Dreams (2006)
Personagem no jogo:
Soki

O guerreiro pálido é o protagonista do quarto Onimusha, a série de ação e aventura no Japão feudal.

Lost Planet (2006)
Personagem no jogo:
PTX-40A

O PTX-40A é uma das vital suits mais avançadas de Lost Planet, o jogo de ação gelado para Xbox 360, PlayStation 3 e PC.

(Análise originalmente publicada na revista NGamer Brasil 19, janeiro de 2009. Imagem: divulgação.)


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5 Responses to “Análise: Tatsunoko Vs. Capcom (Wii)”

  1. MatheusNo Gravatar Says:

    Realmente o jogo parece ser bom, pena ter que ficar na duvida se vira ou não para o ocidente.

    [Responder]

  2. FabaoNo Gravatar Says:

    Pelo menos no blog da Capcom eles vivem mencionando o jogo, aparentemente numa tentativa de manter o interesse dos fãs. Eles disseram que ainda há chances de sair no ocidente, e já confirmaram que terá arcades de Tatsu Vs. Cap no torneio Evo em julho. Mas, confirmação que é bom, nada mesmo. -_-

    [Responder]

  3. MatheusNo Gravatar Says:

    Com certeza ele seria uma ótima opção aqui no ocidente, ja que o wii não possui grandes títulos de luta, mas, paciência é uma virtude, que venham novidades!

    [Responder]

  4. MaiquinhoNo Gravatar Says:

    Casshern: Reencarnado do Inferno
    o titulo brasileiro eh tosco, mas eh um dos melhores filmes q eu ja vi
    soh q obviamente esse tpw de coisa nao concorre a oscar, pq soh um numero reduzido de ocidentais sao capazes de apreciar essa obra de arte

    [Responder]

  5. UeharaNo Gravatar Says:

    Pra mim, esse jogo tá com visual bem melhor que Street Fighter IV. É só comparar o Ryu e a Chun-li, que estão com visuais fiéis à série ao invés daqueles monstros do SFIV. Mas no aspecto da jogabilidade, nunca fui muito fã dessas séries Vs, acho que focam muito em combos aéreos e especiais absurdos e deixam a técnica de lado. Prefiro jogos de luta "no chão".

    [Responder]

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