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    Este é um blog sobre o estilo de vida gamer, o estilo de quem compreende os jogos eletrônicos como forma de arte, cultura, negócio e entretenimento; o estilo de quem joga, mas sobretudo de quem pensa os jogos; o estilo de quem se assume gamer, e vê nisso não um escapismo, mas um complemento a todos os outros aspectos e aspirações de sua existência serenamente revolta. Espere tópicos filosóficos, amenidades, discussões, polêmicas, opinião, tudo isso junto e nada disso também. Enfim, viva o estilo de vida gamer e venha aqui debatê-lo.
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Análise: Final Fantasy XIII (PS3, 360)

Posted by Fabão on 30th maio 2010

Final Fantasy XIII

Controladora e intransigente, a superprodução do JRPG enfim se descortina

Sistemas: PlayStation 3, Xbox 360
Produção: Square Enix
Desenvolvimento: Square Enix
Lançamento: 9 de março de 2010 (EUA)
Saiba mais: http://www.finalfantasyxiii.com/ (em inglês)

Houve um tempo em que o mercado de games era mais simples. Videogame era Nintendo e Sega, jogos não precisavam de patches e Final Fantasy era sinônimo de RPG. Cada novo episódio da série da Square era comemorado e passava a ditar as regras para seu gênero de jogo. Já o recém-lançado Final Fantasy XIII, superprodução e estreia da marca na atual geração de consoles, não desfruta do mesmo conforto.

Nos últimos tempos, os diversos gêneros de jogos têm se interpenetrado e as múltiplas culturas do entretenimento digital têm intercambiado experiências. Relativizadas, as obras são objeto de discussões de fundo estético e estrutural, e aquelas que se aderem com tenacidade a conceitos ultrapassados têm suas chagas históricas expostas. Os RPGs japoneses, ou JRPGs, gênero praticado e aperfeiçoado por Final Fantasy, são estigmatizados pela persistência de personagens estereotipados, clichês narrativos, progressão linear, mecânicas complicadas e extenuantes sessões de evolução compulsórias.

As diferenças culturais muitas vezes são ignoradas nesses debates, e as críticas são, em grande parte, motivadas pela migração dos RPGs de computador para os consoles, resultado da decadência do mercado de jogos de PC. Capitaneada por BioWare (Mass Effect, Dragon Age: Origins) e Bethesda (The Elder Scrolls IV: Oblivion, Fallout 3), essa família de WRPGs (Western RPGs, ou RPGs ocidentais) tem florescido nas novas plataformas e influenciado mais designers e críticos.

Em face desse contexto, Final Fantasy XIII tem muito que provar. A série sempre foi o epítome do JRPG, sinônimo de proezas tecnológicas, misto de apego e desprezo pelas convenções da vertente oriental do gênero. Após um período de desenvolvimento de mais de quatro anos, o décimo terceiro título numerado estreia em uma geração que não está mais tão receptiva a suas velhas idiossincrasias, e ainda carrega a responsabilidade de superar um predecessor que resolveu quase todas as queixas clássicas contra sua linhagem.

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Letra e tradução da canção “Eternal Love”, de Final Fantasy XIII

Posted by Fabão on 3rd dezembro 2009

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Hoje finalmente apareceu a versão de estúdio de “Eternal Love”, a outra canção de Final Fantasy XIII, composta por Masashi Hamauzu e cantada por Sayuri Sugawara. Como havia dito, o single contendo esta e “Kimi ga iru kara” sai dia 02/12 e pode ser comprado na Play-Asia em edições normal e limitada.

Novamente, decidi exercitar meu ainda limitado idioma japonês transcrevendo e tentando traduzir a música. Relembrando: não sou muito habilidoso nisso, então é possível que haja erros e trechos muito literais. Correções e sugestões para melhorar a tradução serão muito bem-vindas e, logicamente, creditadas.

Abaixo, então, você pode ouvir a música e acompanhá-la com a letra. Como em “Kimi ga iru kara”, suponho que a música represente a voz da personagem Serah Farron, irmã mais nova de Lightning, e que ela esteja falando de seu noivo Snow Villiers. Ouça.

[Em japonês]

Eternal Love
歌手:
菅原紗由理
作詞:中嶋ユキノ・菅原紗由理
作曲:浜渦正志
編曲:Sin

あなたとの愛が
このままずっと 続きますように
夜空に願うの
この手はまだ 離せない

何気ない日々 繰り返してた
何も 怖くなかった
二人で明日を 迎えられる事が
当たり前だったね

強い瞳に 守られている
この時が 止まればいいのに
沢山の 光に照らされた横顔
見ていたい

あなたとの愛が 永遠であるように
夜空に願うの
この手はまだ 離せない

どうしても甘えてしまう もっと大人になりたいのに
愚痴とか弱音を吐けるのは あなたしか居ないから
初めてキスを したあの時の
甘い味を覚えているよ
今思えば 幸せすぎたのかもね

頬を流れる 涙に気づかれないように (うつむいていたの)
「アイシテル」
あなたの言葉が微かに 震えてた

あなたとの愛を 失いたくないから
夜空に誓うの
この手は もう 離さない

あなたとの愛が 永遠であるように
夜空に願うの
この手は まだ 離せない

あなたとの愛を 失いたくないから
夜空に誓うの
この手は もう 離さない

[Em japonês romanizado]

Eternal Love
Cantora: Sayuri Sugawara
Letra: Yukino Nakajima, Sayuri Sugawara
Compositor: Masashi Hamauzu
Arranjador: Sin

Anata to no ai ga
Kono mama zutto tuzukimasu you ni
Yozora ni negau no
Kono te wa mada hanasenai

Nanigenai hibi kurikaeshiteta
Nani mo kowakunakatta
Futari de ashita wo mukaerareru koto ga
Atari mae datta ne

Tsuyoi hitomi ni mamorarete iru
Kono toki ga todomareba ii noni
Takusan no hikari ni terasareta yokogao
Mite itai

Anata to no ai ga eien de aru you ni
Yozora ni negau no
Kono te wa mada hanasenai

Doushite mo amaete shimau motto otona ni naritai noni
Guchi toka yowane wo tsukeru no wa anata shikai nai kara
Hajimete kiss wo shita ano toki no
Amai aji wo oboete iru yo
Ima omoeba shiawase sugita no kamo ne

Tsura wo nagareru namida ni kizukarenai you ni (utsumuite ita no)
“Ai shiteru”
Anata no kotoba ga kasuka ni furueteta

Anata to no ai wo ushinaitakunai kara
Yozora ni chikau no
Kono te wa mou hanasanai

Anata to no ai ga eien de aru you ni
Yozora ni negau no
Kono te wa mada hanasenai

Anata to no ai wo ushinaitakunai kara
Yozora ni chikau no
Kono te wa mou hanasanai

[Tradução para o português]

Amor Eterno
Cantora: Sayuri Sugawara
Letra: Yukino Nakajima, Sayuri Sugawara
Compositor: Masashi Hamauzu
Arranjador: Sin

Desejo que o nosso amor
Continue indefinidamente
Como o céu da noite
Estas mãos não podem se separar ainda

Repetíamos tudo despreocupadamente todos os dias
Nada me assustava
Juntos, viesse o que viesse,
Era natural

Mesmo que este tempo protegido por olhos fortes
Tenha que acabar
Seu rosto de perfil iluminado por muitas luzes
Eu quero ver

Desejo que o nosso amor dure para sempre
Como o céu da noite
Estas mãos não podem se separar ainda

Sou muito dependente, quero ser mais madura
Mas só você consegue disparar queixas e reclamações
Daquela vez em que nos beijamos pela primeira vez
Ainda me lembro do gosto doce
Pensando agora, talvez eu fosse muito feliz

Não deixe que as lágrimas escorrendo pelo seu rosto sejam vistas (olhe para baixo)
“Eu te amo”
Havia um pequeno tremor em suas palavras

Como eu não quero perder o nosso amor
Eu rezo ao céu da noite
Estas mãos não estão mais separadas

Desejo que o nosso amor dure para sempre
Como o céu da noite
Estas mãos não podem se separar ainda

Como eu não quero perder o nosso amor
Eu rezo ao céu da noite
Estas mãos não estão mais separadas

[Confira também a letra e tradução da canção "Kimi ga iru kara"]

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Posted in Game Music, Japão, Tradução | 8 Comments »

Letra e tradução do tema de Final Fantasy XIII, “Kimi ga iru kara”

Posted by Fabão on 2nd novembro 2009

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Como o maestro Alexei Barros alertou, alguém ripou (aparentemente do rádio) a canção-tema de Final Fantasy XIII, “Kimi ga iru kara”, composta por Masashi Hamauzu e cantada por Sayuri Sugawara. O single da canção, que também contém a canção de fundo ainda não divulgada “Eternal Love”, sai dia 02/12, pouco mais de duas semanas antes do jogo, que tem lançamento japonês marcado para dia 17/12.

Tendo baixado e ouvido a música, resolvi, por brincadeira e exercício, tentar traduzi-la. Portanto, coloco abaixo a letra em japonês e em romaji (é possível cantar junto com a transcrição), bem como a deficiente tradução que fiz. Certamente há equívocos na interpretação e na adaptação, já que minha intimidade com a língua ainda é pequena. Portanto, aceito sugestões de melhorias e as publicarei sem hesitar e com os devidos créditos.

Pelo que li a respeito dos personagens e da história até agora, e pela tradução em inglês do romance Episode Zero: Promise, que tenho acompanhado, a letra parece estar na voz da personagem Serah Farron, a irmã mais nova de Lightning, e direcionada a seu noivo Snow Villiers.

Fique então com a música.

[Em japonês]

「君がいるから」
作詞:中嶋ユキノ・菅原紗由理
作曲:浜渦正志
編曲:Sin

「泣いたっていいんだよ」 君が不意にそう言ってくれたから
なんだか嬉しくて 涙じゃなく笑顔がこぼれた
不器用すぎる言葉で 君を傷つけてしまった
それでも離れたりしないで
今もこうして支えになってくれてるんだ
きっと…

叶えたい願い 叶えたい夢
届けたい 想いすべて
信じ続ける事が 奇跡を呼んで
未来に繋がってゆくよ
ずっと ねぇずっと 見守っていて欲しい
Dear My Friend

「君なら大丈夫だよ」 別れ際にそう言ってくれたから
感じてた孤独が その一言で綺麗になくなった
新しい扉を開く それは誰でも怖くて不安だらけだけど
背中を押してくれた君を 思い出せば力が溢れてくれるからね

素直な気持ち ゆずれないもの
正直な 言葉すべて
声にして伝えることが出来たなら
未来は広がってゆくよ
いつも そういつも 心に君が居るから
Dear My Friend

立ち止まっても 忘れそうになっても
何度も何度でも 前を向いてゆくと誓うよ
見上げた空 光が差し込んでいる
君に また会える日まで

素直な気持ち ゆずれないもの
正直な 言葉すべて
声にして伝えることが出来たなら
未来は広がってゆくよ
願い 叶えたい夢
届けたい 想いすべて
信じ続ける事が 奇跡を呼んで
未来に繋がってゆくよ
ずっと ずっと 見守っていて欲しい
Dear My Friend…

[Em japonês romanizado]

“Kimi ga iru kara”
Letra:Yukino Nakajima, Sayuri Sugawara
Compositor: Masashi Hamauzu
Arranjador: Sin

“Naitatte iindayo” kimi ga fui ni sou itte kureta kara
Nandaka ureshikute namida janaku egao ga koboreta
Bukiyou sugiru kotoba de kimi wo kizutsukete shimatta
Sore demo hanaretari shinaide
Ima mo kou shite sasae ni natte kureterunda
Kitto…

Kanaetai negai kanaetai yume
Todoketai omoi subete
Shinji tsuzukeru koto ga kiseki wo yonde
Mirai ni tsunagatte yuku yo
Zutto ne zutto mimamotte ite hoshii
Dear my friend

“Kimi nara daijoubu dayo” wakaregiwa ni sou itte kureta kara
Kanjiteta kodoku ga sono hitokoto de kirei ni nakunatta
Atarashii tobira wo hiraku sore wa dare demo kowakute fuan darake dakedo
Senaka wo oshite kureta kimi wo omoi daseba chikara ga afurete kuru kara ne

Sunao na kimochi yuzurenai mono
Shoujiki na kotoba subete
Koe ni shite tsutaeru koto ga dekita nara
Mirai wa hirogatte yuku yo
Itsumo sou itsumo kokoro ni kimi ga iru kara
Dear my friend

Tachidomatte mo wasuresou ni natte mo
Nando mo nando demo mae wo muite yuku to chikau yo
Miageta sora hikari ga sashikonde iru
Kimi ni mata aeru hi made

Sunao na kimochi yuzurenai mono
Shoujiki na kotoba subete
Koe ni shite tsutaeru koto ga dekita nara
Mirai wa hirogatte yuku yo
Negai kanaetai yume
Todoketai omoi subete
Shinji tsuzukeru koto ga kiseki wo yonde
Mirai ni tsunagatte yuku yo
Zutto zutto mimamotte ite hoshii
Dear my friend…

[Tradução para o português]

“Porque você existe”
Letra:Yukino Nakajima, Sayuri Sugawara
Compositor: Masashi Hamauzu
Arranjador: Sin

Porque você me disse, tão inesperadamente, “Estou bem, mesmo chorando”
De alguma forma eu sorri de alegria, não derramei lágrimas
Eu acabei machucando você com palavras tão desajeitadas
Mesmo assim, sem partir
Agora você passou a me apoiar
Indubitavelmente…

O desejo que eu quero conceder, o sonho que eu quero conceder
Todo o sentimento que eu quero doar
Aquilo em que continuo acreditando, provoca um milagre
Vou me conectando com o futuro
Eu quero que você continue me protegendo o tempo todo, o tempo todo
Querido amigo meu

Porque você me disse “Se for você, tudo bem” ao nos separarmos
A solidão que eu sentia desapareceu completamente com aquelas palavras
Embora qualquer um fique cheio de medo e insegurança com isso, você me abriu uma nova porta
Porque a força transborda se eu lembro de você, que me incentivou

As coisas pelas quais eu não posso mostrar docilidade
Todas as palavras francas
Se eu conseguir expressar isso com palavras
O futuro vai se ampliar
Porque você sempre, sempre está no meu coração
Querido amigo meu

Mesmo que você pare, mesmo que você pareça se esquecer
Prometo que vou olhar para frente, muitas e muitas vezes, não importa o quanto
A luz do céu para o qual eu olhei está brilhando dentro de mim
Até o dia em que eu puder encontrá-lo novamente

As coisas pelas quais eu não posso mostrar docilidade
Todas as palavras francas
Se eu conseguir expressar isso com palavras
O futuro vai se ampliar
O sonho que espero e quero conceder
Todo o sentimento que eu quero doar
Aquilo em que continuo acreditando, provoca um milagre
Vou me conectando com o futuro
Eu quero que você continue me protegendo o tempo todo, o tempo todo
Querido amigo meu…

ATUALIZAÇÃO (14/11/09): abaixo o videoclipe de “Kimi ga iru kara”.

[Confira também a letra e tradução da canção "Eternal Love"]

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Íntegras: Final Fantasy IV (Review, NDS) [NGamer Brasil 15, 09/2008]

Posted by Fabão on 7th setembro 2008

Final Fantasy IV

Remake com cheiro de mofo

Sistema: Nintendo DS
Produção: Square Enix
Desenvolvimento: Matrix Software
Lançamento: 21 de julho de 2008 (EUA)
Mais: http://na.square-enix.com/ff4/

Em 1991, a transição dos 8 para os 16-bit mal se completara. Como todos os outros gêneros de então, o RPG tateava um caminho para a maturidade, nem sempre com resultados inspiradores. Nesse contexto, Final Fantasy IV teve papel determinante: seu enredo elaborado, narrativa ousada e sistema de batalhas dinâmico tornaram-se os pilares sobre os quais se sustentou toda uma geração de jogos.

Passados 17 anos, a obra pioneira do passado tem dificuldades para se justificar. Após três releituras (a última há pouco mais de dois anos) e num ambiente de RPGs altamente sofisticados, é difícil não questionar: por que mais um remake de Final Fantasy IV?

(Continue lendo após o “salto”)

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Íntegras: Máquina do Hype [GameMaster 43, 08/2008]

Posted by Fabão on 25th agosto 2008

quem precisa de 100 telas?

Team ICO insinua próximo projeto: quem precisa de 100 telas?

Máquina do Hype

Como os excessos de publicidade podem prejudicar nossa experiência de jogo

“Tradução não é uma ciência exata”, disse, sabiamente, um amigo meu. Louis Hjelmslev, lingüista dinamarquês, afirmou que cada língua ordena a realidade de uma maneira distinta. O fato é que nós, brasileiros, não temos uma palavra para o termo de origem americana “hype”. Pode-se falar em “exagero”, “badalação”, “alarde”, mas nenhuma palavra, sozinha, sintetiza, com exatidão, o conceito carregado pelo termo original. É preciso explicá-lo em uma construção mais extensa: “propaganda ou discussão na mídia dizendo, ostensivamente, ao público o quão bom ou importante é algo”. Seria algo como “publicidade exagerada”. No âmbito dos jogos eletrônicos, a máquina do hype é bem conhecida, pois é a ferramenta de muitas empresas para alimentar, com seus excessos, o interesse do público.

Durante uma reunição de investidores em maio deste ano, Satoru Iwata, o presidente da Nintendo, ilustrou muito bem o problema: “Sentimos agora que as informações estão sendo consumidas e tornadas obsoletas mais rápido do que nunca. Quando penso na situação atual como um consumidor, quando sou exposto a novas informações cedo demais, sinto que já estou cansado do produto quando ele finalmente é lançado”.

(Continue lendo após o “salto”…)

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Íntegras: A nova fase de Hironobu Sakaguchi

Posted by Fabão on 28th junho 2008

No episódio post de ontem, ao listar os gênios da indústria de games, falei muito brevemente porque estava deixando de fora o progenitor da minha amada série, Hironobu Sakaguchi. Aclamado e respeitado na segunda metade dos anos 1980 e durante toda a extensão dos 1990, Sakaguchi tem vivido reviravoltas em sua vida ao longo desta década que nem a transição para o segundo mapa-múndi de Final Fantasy VI se equipara. Ele quase afundou a Square com o fracasso comercial do filme Final Fantasy: The Spirits Within, pulou fora da empresa, fundou seu próprio estúdio Mistwalker e investiu horrores na produtora AQ Interactive. Em 2005, em entrevista para o Pablo Miyazawa na E3 (a qual presenciei do lado de fora da sala, a metros de distância), Sakaguchi chegou a dizer que “Final Fantasy é passado“. Mas, acima de fatos e notícias, Hironobu Sakaguchi foi responsável por novos jogos…

Mas, quão exatamente novos? Eu não diria muito. Desde que oficializou sua saída da Square Enix, Guchi já lançou Blue Dragon, ASH: Archaic Sealed Heat e Lost Odyssey. Ainda vêm por aí Away Away: Shuffle Dungeon, Blue Dragon Plus e o multimilionário Cry On, do qual nada se viu. Dos que já estão no mercado, tive a oportunidade de jogar e analisar dois, e constatar que Sakaguchi está preso ao passado nos lugares errados. Ainda quero muito jogar Lost Odyssey, muito embora tenha a impressão de que ele seja de algum modo arcaico, mas, como disse, já experimentei duas de suas mais recentes criações, e foi com base nisso que disse que ele tem sido “tão arcaico quanto uso de mesóclise”.

Depois do “salto”, as análises que fundamentam minha afirmação sobre o não obstante querido Sakaguchi.

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Íntegras: Final Fantasy VI Advance (Review, GBA) [Nintendo World 103, 03/2007]

Posted by Fabão on 21st junho 2008

Falar que sou fã de Final Fantasy é chover no molhado. Agora, escolher um jogo favorito da série, isso sim é uma tarefa complicada. Já disse em outra oportunidade, não me lembro quando, que gosto de episódios diferentes por motivos particulares. Por exemplo, amo FFIV por ter sido o meu passaporte para a franquia e motivo do meu casamento eterno com o gênero RPG (com o qual eu já flertava antes dele). Adoro FFVII pelas boas lembranças que me traz, inclusive extra-jogo, já que foi o título que motivou o meu parco, mas útil, aprendizado da língua japonesa. FFXII me conquistou pelo sistema de jogo dinâmico e altamente personalizável, e também por ter o melhor mundo de jogo da história recente. Mas tem um título que, mais do que pela soma de suas partes, habita um espaço privativo no meu coração pelas emoções que, contrariando a lógica, conseguiu arrancar de mim: Final Fantasy VI e todo o resplendor de seus pixels.

Perdi as contas de quantas vezes já terminei essa obra-prima, tendo comprado minha cópia primeira no lançamento da versão para Super NES, lá pelos idos do décimo mês de 1994. Sofri com os loadings da adaptação para PlayStation, e quando a Square Enix confirmou a conversão para o portátil Game Boy Advance, foi como se caísse sobre mim uma revigorante magia Curaga. Quando a Nintendo mandou uma cópia de Final Fantasy VI Advance para a redação da Futuro, tive a oportunidade de reviver cada momento, observar cada modificação e apreciar cada adição. Foram mais de 60 horas de jogo, e somente depois de terminar o último chefe secreto da última dungeon extra, coletar o último item inédito, completar o último monstro da enciclopédia, coletar a última invocação e evoluir ao máximo o último personagem do grupo é que comecei a escrever a análise. Claro, a versão publicada na Nintendo World precisou ser reduzida para exatos 1.770 caracteres (sim, primeiro fiz a versão grande do texto, para depois chegar à reduzida), mas o resutado de 18,5 mil caracteres foi aproveitado para o site da revista. Agora, reproduzo aqui a íntegra, adicionada de leves correções que fiz numa nova e breve leitura. Espero que gostem do resultado, depois do “salto”.

E o seu Final Fantasy favorito, qual é?

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Meme: Como é a sua mesa de trabalho?

Posted by Fabão on 7th junho 2008

Recentemente, adorei ficar de espectador curioso de um meme iniciado pela game dev Miwi: Como é o seu desktop? Agora, resolvi não apenas fazer parte de um novo meme, mas iniciá-lo, inspirado por um projeto legal que o Brian Crecente levou ao Kotaku um tempo atrás: “Work and Play: A Peek Inside the Lives of Gaming’s Greatest“. Foi uma coletânea responsa que o Crecente conseguiu agregar com fotos das mesas de trabalho e salas de jogos de pessoas da indústria de games.

Neste novo meme, a proposta é parte do que foi o trabalho do Kotaku: mostrar a sua mesa de trabalho, esteja ela em casa ou no trabalho mesmo, seja ela usada só para trabalho ou para lazer também. Obviamente, nem precisa ter itens relacionados a games, é só para examinar se tem fundamento a teoria de que a mesa de uma pessoa diz muito sobre ela. Para inaugurar, fotos da minha mesa do trampo (um pouco mais organizada que o de costume, para esta ocasião especial), logo após o “salto”…

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