Gamer Lifestyle

O blog do Fabão

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  • Sobre o Gamer Lifestyle

    Este é um blog sobre o estilo de vida gamer, o estilo de quem compreende os jogos eletrônicos como forma de arte, cultura, negócio e entretenimento; o estilo de quem joga, mas sobretudo de quem pensa os jogos; o estilo de quem se assume gamer, e vê nisso não um escapismo, mas um complemento a todos os outros aspectos e aspirações de sua existência serenamente revolta. Espere tópicos filosóficos, amenidades, discussões, polêmicas, opinião, tudo isso junto e nada disso também. Enfim, viva o estilo de vida gamer e venha aqui debatê-lo.
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Play-Asia com descontos imperdíveis

Posted by Fabão on 4th janeiro 2010

A Play-Asia deve estar fazendo um saldão, não é possível. Dando uma olhada casual na loja virtual, resolvi vasculhar a seção de descontos e encontrei diversos itens por preços bem convidativos. Como também há muita tranqueira, resolvi filtrar as ofertas, e listo abaixo as que recomendo. Não sei por quanto tempo os itens ficarão com descontos, então, é melhor aproveitar logo. ^_~

PSP

Jeanne D’Arc: US$ 12,90

God of War: Chains of Olympus (Greatest Hits): US$ 14,90

Metal Gear Solid: Portable Ops Plus: US$ 17,90

Mega Man Maverick Hunter X: US$ 19,90

Street Fighter Alpha 3 MAX: US$ 24,90

PlayStation 3

Star Wars The Force Unleashed: US$ 24,90

MotorStorm (Greatest Hits): US$ 24,90

Ninja Gaiden Sigma (Greatest Hits): US$ 24,90

Xbox 360

Too Human: US$ 14,90

Mass Effect: US$ 19,90

Tomb Raider: Anniversary Edition: US$ 24,90

Lost Planet: Extreme Condition (Collector’s Edition): US$ 24,90

Nintendo DS

Ninja Gaiden: Dragon Sword: US$ 17,90

PlayStation 2

Okami (Greatest Hits): US$ 12,90

Onimusha 2: Samurai’s Destiny: US$ 12,90

Onimusha 3: Demon Siege: US$ 12,90

Devil May Cry 3 Special Edition (Greatest Hits): US$ 14,90

Art of Fighting Anthology: US$ 14,90

Fatal Fury: Battle Archives Volume 1: US$ 14,90

Street Fighter Anniversary Collection: US$ 17,90

The King of Fighters ‘98 Ultimate Match: US$ 19,90

Final Fantasy X (Greatest Hits): US$ 24,90

Final Fantasy XII (Greatest Hits): US$ 24,90

Kingdom Hearts II (Greatest Hits): US$ 24,90

Resident Evil 4 (Greatest Hits): US$ 24,90

Street Fighter Alpha Anthology: US$ 24,90

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Análise: Professor Layton and the Diabolical Box (DS)

Posted by Fabão on 25th outubro 2009

Professor Layton and the Diabolical Box

Mais uma aventura de quebrar a cabeça

DiabolicalBoxArtwork
Sistema: Nintendo DS
Produção: Nintendo
Desenvolvimento: Level-5
Lançamento: 24 de agosto de 2009 (EUA)
Mais: http://professorlaytonds.com/

“Um verdadeiro cavalheiro não deixa um quebra-cabeça sem resolver.” Com essa frase de efeito, o distinto professor de arqueologia Hershel Layton lançou as bases para seu jogo de estreia, Professor Layton and the Curious Village: uma envolvente história de mistério à inglesa conduzida por quebra-cabeças variados. As andanças do docente com seu pequeno pupilo Luke pela vila de St. Mystere renderam quase 4 milhões de cópias vendidas pelo mundo e foram apenas o capítulo inicial de uma trilogia.

Diabolical Box aperfeiçoa a fórmula e expande o conteúdo do original, mantendo o acabamento impecável pelo qual o estúdio Level-5, um dos mais ativos e bem-sucedidos da atualidade, é conhecido.
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Análise: Retro Game Challenge (DS)

Posted by Fabão on 11th outubro 2009

Retro Game Challenge

Uma viagem emocionante a tempos queridos

retro_game_challenge

Sistema: Nintendo DS
Produção: XSEED Games
Desenvolvimento: indies zero
Lançamento: 10 de fevereiro de 2009 (EUA)
Mais: http://www.retrogamechallenge.com/

Supervalorizar o passado é inerente ao ser humano. A nostalgia, essa busca por um passado ideal, mistura de memória e fantasia, é uma saudade que todos nós gostamos de ter. Por possuir essa pujança, ela é, comercialmente, um tema dos mais potencialmente bem-sucedidos, embora carregue consigo uma capacidade igualmente forte para despir o objeto enfocado da aura mágica que criamos.

No mercado de games o fenômeno é bastante fértil: coletâneas vendem bem, novos títulos velhos não param de surgir no Virtual Console, e boa parte só consegue destruir o conceito que fazíamos deles. Retro Game Challenge, porém, segue um rumo menos convencional para provocar nostalgia: cria jogos inéditos, inspirados em clássicos do passado, com consciência moderna e a dificuldade auto-imposta de usar tecnologia 8-bit (caminho trilhado com resultados excelentes por Mega Man 9). Mas RGC vai além: não considera os jogos contidos em si como fim, usa-os como meio para conduzir a representação de uma era. Por isso a classificação “coletânea” é insuficiente para defini-lo, sendo o gênero da versão japonesa muito mais ilustrativo: “game in game”.

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Teste: Nintendo DSi (japonês)

Posted by Fabão on 22nd fevereiro 2009

Conheça o Nintendo DSi, atualização do portátil com duas câmeras e outras funções inéditas

Conheça o Nintendo DSi, atualização do portátil com duas câmeras e outras funções inéditas

Na semana que passou, a Nintendo anunciou o lançamento do portátil Nintendo DSi para o dia 5 de abril – um tanto mais cedo do que se esperava. A versão remodelada e com novas funções do DS sairá a US$ 169,99 em estará disponível em duas cores, preta e azul (o modelo japonês tem as opções preta e branca). Aproveitando o anúncio, publico abaixo uma análise que fiz do aparelho para a revista NGamer Brasil, por ocasião do lançamento japonês.

O novo Nintendo DS

Testamos o DSi e seus atraentes recursos

O marketing cria em nós a necessidade de consumir. Em tecnologia, essa máxima é especialmente verdadeira. Desejamos sempre o televisor com a maior definição, ou o processador com mais núcleos, ou o sistema de som com mais canais, mesmo que já estejamos satisfeitos quando tomamos conhecimento dos novos produtos.

Absolutamente ciente dessa verdade, a Nintendo vive a nos tentar com atualizações de hardware que nem sempre precisamos, mas passamos a cobiçar apaixonadamente. Foi assim com o Game Boy clássico, depois com o GBA e atualmente com o Nintendo DS.

Um ano e meio depois do lançamento de seu portátil de duas telas (com o modelo que ficou conhecido como Phat), a empresa nos empurrou o irresistivelmente sexy modelo Lite. Confortável com as vendas da segunda geração do DS, a Nintendo esperou mais de dois anos para introduzir sua próxima arma de sedução: o Nintendo DSi.

Com um novo conjunto de recursos, a novidade invadiu o Japão no dia 1° de novembro [de 2008], sendo recebido com efusividade (vide box “A hora da virada”). Mais do que rápido, tratamos de conseguir uma unidade no dia do lançamento e realizamos todos os testes para avaliar se o DSi é uma necessidade ilusória ou uma compra obrigatória. Read the rest of this entry »

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Íntegras: Final Fantasy IV (Review, NDS) [NGamer Brasil 15, 09/2008]

Posted by Fabão on 7th setembro 2008

Final Fantasy IV

Remake com cheiro de mofo

Sistema: Nintendo DS
Produção: Square Enix
Desenvolvimento: Matrix Software
Lançamento: 21 de julho de 2008 (EUA)
Mais: http://na.square-enix.com/ff4/

Em 1991, a transição dos 8 para os 16-bit mal se completara. Como todos os outros gêneros de então, o RPG tateava um caminho para a maturidade, nem sempre com resultados inspiradores. Nesse contexto, Final Fantasy IV teve papel determinante: seu enredo elaborado, narrativa ousada e sistema de batalhas dinâmico tornaram-se os pilares sobre os quais se sustentou toda uma geração de jogos.

Passados 17 anos, a obra pioneira do passado tem dificuldades para se justificar. Após três releituras (a última há pouco mais de dois anos) e num ambiente de RPGs altamente sofisticados, é difícil não questionar: por que mais um remake de Final Fantasy IV?

(Continue lendo após o “salto”)

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Íntegras: Metal Slug 7 (Review, NDS) [NGamer Brasil 14, 08/2008]

Posted by Fabão on 3rd agosto 2008

Metal Slug 7

Arcade em duas telas

Sistema: Nintendo DS
Produção: SNK Playmore
Desenvolvimento: SNK Playmore
Lançamento: 17 de julho de 2008 (Japão)
Mais: http://game.snkplaymore.co.jp/official/ms7/

A série de tiro da SNK Playmore tem suas raízes no Neo Geo e há 12 anos tem fama de difícil. Como no clássico Contra da Konami, você controla seu soldado por sucessivas fases de deslocamento lateral (e às vezes vertical), enfrenta hordas de inimigos e morre ao simples toque de um tiro. Como diferencial, a série tem o controle de veículos, os “slugs” do título.

Até hoje, o jogo tem sido projetado para arcades e, portanto, tem como objetivo papar fichas de jogadores desavisados ou persistentes. Metal Slug 7 é um marco por ser o primeiro episódio numerado projetado desde o início para um console, sem uma versão arcade que o antecedesse. Para o bem e para o mal, a tradição da série foi seguida à risca.

(Leia mais após o “salto”)

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Íntegras: Contra 4 (Review, NDS) [NGamer Brasil 07, 01/2008]

Posted by Fabão on 3rd agosto 2008

Contra 4

Retorno às origens

Sistema: Nintendo DS
Produção: Konami
Desenvolvimento: Wayforward Technologies
Lançamento: 13 de novembro de 2007 (EUA)
Mais: http://www.konami-data.com/officialsites/contra4/

Tudo bem, Konami, você está perdoada por nos insultar quatro vezes com seqüências 3D de Contra; por nos fazer esperar 15 anos por outro bom e velho Contra 2D; por entregar nas mãos de um estúdio americano a tarefa de ressuscitar sua série de tiro. Contra todas as tendências, Contra 4 mostra-se um excelente jogo e um surpreendente retorno às origens.

Sob nova direção

Quem confiaria na Wayforward Technologies, uma empresa cujo currículo inclui versões portáteis de licenças como Bob Esponja, Barbie e Jake Long? Faria mais sentido entregar o novo Contra à Treasure, empresa formada por ex-funcionários da Konami, que reviveu Gradius com o quinto jogo e tem experiência em jogos de ação como Gunstar Heroes.

Mas é nítido o respeito que a equipe teve pela tarefa. Houve um cuidadoso trabalho de pesquisa para compreender a essência dos episódios originais – leia-se: Contra, Super Contra, Contra III e Contra: Hard Corps – e rigor na aplicação desses conceitos.

(Leia mais após o “salto”)

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Íntegras: A nova fase de Hironobu Sakaguchi

Posted by Fabão on 28th junho 2008

No episódio post de ontem, ao listar os gênios da indústria de games, falei muito brevemente porque estava deixando de fora o progenitor da minha amada série, Hironobu Sakaguchi. Aclamado e respeitado na segunda metade dos anos 1980 e durante toda a extensão dos 1990, Sakaguchi tem vivido reviravoltas em sua vida ao longo desta década que nem a transição para o segundo mapa-múndi de Final Fantasy VI se equipara. Ele quase afundou a Square com o fracasso comercial do filme Final Fantasy: The Spirits Within, pulou fora da empresa, fundou seu próprio estúdio Mistwalker e investiu horrores na produtora AQ Interactive. Em 2005, em entrevista para o Pablo Miyazawa na E3 (a qual presenciei do lado de fora da sala, a metros de distância), Sakaguchi chegou a dizer que “Final Fantasy é passado“. Mas, acima de fatos e notícias, Hironobu Sakaguchi foi responsável por novos jogos…

Mas, quão exatamente novos? Eu não diria muito. Desde que oficializou sua saída da Square Enix, Guchi já lançou Blue Dragon, ASH: Archaic Sealed Heat e Lost Odyssey. Ainda vêm por aí Away Away: Shuffle Dungeon, Blue Dragon Plus e o multimilionário Cry On, do qual nada se viu. Dos que já estão no mercado, tive a oportunidade de jogar e analisar dois, e constatar que Sakaguchi está preso ao passado nos lugares errados. Ainda quero muito jogar Lost Odyssey, muito embora tenha a impressão de que ele seja de algum modo arcaico, mas, como disse, já experimentei duas de suas mais recentes criações, e foi com base nisso que disse que ele tem sido “tão arcaico quanto uso de mesóclise”.

Depois do “salto”, as análises que fundamentam minha afirmação sobre o não obstante querido Sakaguchi.

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Íntegras: The World Ends With You (Review, NDS) [NGamer Brasil 11, 05/2008]

Posted by Fabão on 19th maio 2008

The World Ends With You

Temática urbana e criatividade revitalizam um gênero em crise

Sistema: Nintendo DS
Produção: Square Enix
Desenvolvimento: Square Enix/Jupiter
Lançamento: 21 de abril de 2008 (EUA)
Mais: http://www.theworldendswithyou.com/

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=1i3saenOuM4&hl=en]

Esqueça as tramas de capa e espada. Coloque de lado aquela história de heróis salvando princesas de dragões. Nem pense também na tão desgastada temática futurista. Batalhas por turno, menus intrusivos, armaduras medievais, mundos expansivos, veículos fantásticos, diálogos convencionais… Limpe sua mente de elementos tão triviais dos JRPGs, pois The World Ends With You teve precisamente esse desapego ao abandonar as convenções do gênero.

Lançado no Japão como It’s a Wonderful World, o jogo é o experimento de uma nova geração de designers da Square Enix, orientada de longe pelo polivalente Tetsuya Nomura. E só poderia mesmo ser um desses arroubos da mocidade. World é um atípico RPG de ambientação contemporânea, temática urbana e espírito adolescente. Do início ao fim, em todos os aspectos, o jogo transpira atitude e gravita em torno do universo de interesses da plural juventude nipônica: música, moda, cultura, alimentos e conflitos existenciais.

Continue a ler depois do “Leia mais”…

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