Gamer Lifestyle

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    Este é um blog sobre o estilo de vida gamer, o estilo de quem compreende os jogos eletrônicos como forma de arte, cultura, negócio e entretenimento; o estilo de quem joga, mas sobretudo de quem pensa os jogos; o estilo de quem se assume gamer, e vê nisso não um escapismo, mas um complemento a todos os outros aspectos e aspirações de sua existência serenamente revolta. Espere tópicos filosóficos, amenidades, discussões, polêmicas, opinião, tudo isso junto e nada disso também. Enfim, viva o estilo de vida gamer e venha aqui debatê-lo.
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A era da e-distribution

Posted by Fabão on 19th janeiro 2009

Sony cada vez mais na onda da distribuição de conteúdo via rede. E ela não é a única...

Sony cada vez mais na onda da distribuição de conteúdo via rede. E ela não é a única…

Posse Psicológica

A Sony está preparada para um mundo em que os jogos são transmitidos por cabos. E você, está?

Deixo claro, para começar, que não gosto muito desse negócio de jogos adquiridos por distribuição eletrônica. Tenho muitas mazelas, e uma dela é ser apegado aos meus itens de coleção. Por isso afirmo, com propriedade (quanta ironia), que o sentimento de posse é abstraído quando se compra um jogo através de download – como faz falta uma caixa de Mega Man 9…

Mas não se pode, por gosto ou desgosto, ignorar tendências, e esta modalidade de entrega é cada vez mais difundida. Em sua coletiva de imprensa na Tokyo Game Show 2008, no dia 9 de outubro, a Sony deu um passo a mais em direção à era do conteúdo virtual: anunciou a possibilidade de acessar a PlayStation Store diretamente pelo PSP (sem a necessidade de intermédio do PS3 ou de um PC como antes) para comprar e baixar jogos completos de PSP no dia de seus lançamentos, para rodá-los direto do Memory Stick. Desde o dia 15 de outubro, o firmware 5.00 possibilita tal comodidade, e ainda em outubro foram lançados simultaneamente em versão digital e UMD os jogos Yuusha no Kuse Ni Namai Ikida Or2 e Bleach Soul Carnival, e nos mesmos moldes estão prometidos Patapon 2, LocoRoco 2, Resistance Retribution e outros. Aparentemente, isso será prática padrão para jogos de PSP publicados pela própria Sony, e a empresa já sinalizou a intenção de estender o modelo para jogos third party.

Nem de longe é uma novidade. Nos PCs, o serviço de distribuição mais conhecido é o Steam, da Valve, que opera desde 2004 e passou a oferecer não apenas os títulos da própria empresa como de diversas produtoras conveniadas. Nos consoles, a presente geração começou a disponibilizar jogos clássicos e títulos originais menos robustos. A Sony foi a pioneira em oferecer via download jogos feitos para o próprio sistema, completos, e que também são vendidos fisicamente, em caixinha. Para o PSP já podia-se baixar títulos como WipeOut Pure, Syphon Filter: Combat Ops e LocoRoco (embora via PC ou PS3). No PS3 vieram simultaneamente em Blu-ray e download Warhawk e Gran Turismo 5 Prologue, e Burnout Paradise tornou-se disponível via PlayStation Network oito meses depois do lançamento em disco.

Claro que essa oferta, por ora, tem caráter de alternativa, não de competição. Se não houvesse mais gente como eu, por exemplo, as embalagens em edições limitadas e cheias de atrativos não seriam cada vez mais praticadas. Assim, o modelo de distribuição digital não deve substituir a comercialização dos jogos em caixa como se diz por aí – pelo menos não no futuro próximo. Até porquê a difusão de internet banda larga de qualidade, o suficiente para dar conta desses jogos de múltiplos gigabytes, ainda demora a atingir um nível satisfatório, mesmo nas grandes metrópoles mundo afora.

Ainda assim, alguém tem que arriscar, e é bom ver que a Sony está experimentando desde já – ainda que eu tema não poder colocar a caixa de Final Fantasy XV ou XVI ao lado de todos os outros na minha estante de jogos.

(Artigo originalmente publicado na revista Dicas & Truques para PlayStation 118, novembro de 2008. Crédito de imagem: Joystick)

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Íntegras: Marketing da Sony [D&T PlayStation 116, 09/2008]

Posted by Fabão on 10th setembro 2008

Divulgar é Preciso

Entre informações desencontradas e potenciais desperdiçados, a Sony cede terreno para a concorrência

Poder de fogo para criar seus próprios jogos exclusivos, como discuti na edição passada, a Sony provou ter. A compra de estúdios-chave e a parceria com outras equipes talentosas fez a empresa diminuir a dependência dos títulos terceirizados. Porém, desenvolver jogos é uma coisa, trabalhar marcas é outra bem diferente. No mercado competitivo, não basta criar com qualidade, é preciso criar percepção. Para tal, há que se ter visão de mercado apurada e de longo alcance; divulgar uma mensagem clara e se manter consistente a ela; levar essa mensagem não apenas ao público alvo direto, mas também a audiências alternativas que se alinhem à marca; centralizar a comunicação com a imprensa e homogeneizar internamente o discurso acerca do produto. Nessa importante trilha, a Sony tem dado numerosos tropeços.

(Continue lendo após o “salto”)

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Íntegras: Gran Turismo 4 (Retroview, PS2) [D&T PlayStation 116, 09/2008]

Posted by Fabão on 5th setembro 2008

Gran Turismo 4

Quase quatro anos e uma geração depois, GT4 continua a ser o jogo de corrida mais completo do mercado

P

Apenas um dos 50 modelos de Skyline :P

Sistema: PlayStation 2
Produção: SCEA
Desenvolvimento: Polyphony Digital
Lançamento: 18 de dezembro de 2004 (Japão)
Mais: http://www.us.playstation.com/GranTurismo4/

Numa figura de linguagem bem apropriada para sua natureza, se Gran Turismo fosse um automóvel, ele seria um muscle car dos anos 1970. Ele almeja potência, geralmente em detrimento de outros aspectos, e não há episódio que ilustre melhor este símile que GT4. A obra máxima do obcecado Kazunori Yamauchi e sua equipe Polyphony Digital realizou proezas que não foram igualadas pelos muitos jogos excelentes que o sucederam, mesmo nos consoles da nova geração. Ao mesmo tempo, possui calcanhares-de-aquiles que outros títulos muito menos competentes superaram. Mas é justamente essa mistura que define sua personalidade forte e sua relação de amor e ódio com os amantes do automobilismo digital.

(Continue lendo após o “salto)

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Íntegras: Sobre Exclusividades [D&T PlayStation 115, 08/2008]

Posted by Fabão on 14th agosto 2008

Final Fantasy XIII é mais um que cedeu aos novos tempos

Final Fantasy XIII é mais um que cedeu aos novos tempos

Exclusividade de Ninguém

Cenário agressivo da atual geração fecha o cerco contra os jogos que privilegiam uma única plataforma

A coletiva de imprensa da Microsoft trouxe o maior (talvez o único verdadeiro) megaton da E3 2008: Final Fantasy XIII, agora também no Xbox 360. A notícia foi encarada como um soco no estômago por alguns proprietários de PlayStation 3, e até como uma facada nas costas pelos mais extremistas – que parecem ignorar o fato de que o jogo continua previsto para PS3. Para a Sony, apesar de certamente não ter sido nenhuma surpresa, também não foi um acontecimento agradável: “Acho que decepcionado é realmente um termo apropriado”, confessou um resignado Jack Tretton, presidente da SCEA, durante uma entrevista coletiva no evento.

O anúncio é mais importante pelo que ele simboliza do que pelo fato em si. Desde que a Square rompeu com a Nintendo, em meados dos anos 1990, as seqüências numeradas de Final Fantasy eram exclusividade do PlayStation (à exceção do MMORPG FFXI, que é um caso à parte). O décimo terceiro jogo da série permanecia forte como um dos últimos baluartes de uma era que já morreu, a das exclusividades.

(Leia mais após o “salto”)

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Íntegras: PlayStation Home [D&T PlayStation 114, 07/2008]

Posted by Fabão on 15th julho 2008

So lonely...

So lonely…

Esta coluna foi concluída há 20 dias e está na Dicas & Truques para PlayStation de julho, que já está nas bancas. Contudo, o momento me parece muito oportuno. Hoje concluiu-se o ciclo de coletivas de imprensa das três gigantes para a E3 2008 e, penso, foi um marasmo comparando-se aos anos passados. Eu esperava muito mais. Só uma grande surpresa? Francamente…

Bom, de volta ao ponto: enquanto a Sony continua prometendo sua megalomaníaca Home para o PS3, a Microsoft deu o pulo do gato e anunciou a Nova Experiência Xbox, integrando os avatares inspirados pelos Mii da Nintendo com a interação social da Home. Tudo estará disponível no Fall Update. Se tudo der certo, a Home também terá estreado a essa altura, mas o pensamento vertical e o excesso de ambição da Sony permitiram que a concorrente ganhasse terreno. É sobre o que eu falava na coluna…

Pesos e Medidas

Os percalços que a Sony está enfrentando com o seu PlayStation 3 (e o que a história da empresa diz sobre isso)

Já começou errado. No dia 1° de março de 2007, praticamente uma semana antes da coletiva de imprensa da Sony na Game Developers Conference, um site holandês divulgou informações sobre uma rede social do PlayStation 3 que usaria avatares. Naquele dia conturbado, o popularíssimo blog americano Kotaku publicou maiores detalhes, recebeu um ultimato da Sony para não levar a notícia ao ar, ignorou a advertência, entrou para a lista negra da empresa e virou notícia no mundo para, horas depois, voltar às pazes com a Sony. O conteúdo da notícia, então ainda um rumor, quase tinha se perdido no turbilhão do conflito.
De lá para cá, o serviço PlayStation Home passou de “salvador do PlayStation 3” aos olhos mais deslumbrados a “incógnita torturante” no portfolio da Sony. No serviço, cada usuário poderá criar sua contraparte digital com gráficos realísticos (uma abordagem diferente dos minimalistas Mii da Nintendo) e habitar seu próprio espaço virtual, que poderá ser adornado com itens conquistados de diversas maneiras. Será possível também conversar com outros habitantes virtuais e convidá-los para sua casa. Jogos poderão ter funcionalidades específicas dentro da Home, e também haverá arcades e outras atrações, como bilhar e boliche. Haverá espaço para eventos também. É possível, ainda, que incluam um serviço de entrega de pizzas. Ou não…
O lar da Sony tem aspirações de mansão. Não, de palácio de Dubai! Parece uma Babel que almeja o céu e nunca se conclui: era para estrear no final de 2007, foi movido para meados de 2008 e, depois, para final deste ano. E não me surpreenderia se ainda se arrastasse um pouco mais.
Desde aquele agitado dia de março, o pai do PlayStation, Ken Kutaragi, se aposentou e Phil Harrison, o evangelista da Home, deixou seu cargo na Sony para ir, entre todas as opções, para a Atari. Não importa: desde os alicerces, a Home parece uma construção sem mestre-de-obras, um lar sem direção. Em desenvolvimento desde 2005, esperou-se até maio deste ano para que o presidente da SCEE, David Reeves, admitisse a dispersão: “De certa forma, estávamos nos esquecendo dos gamers”.
Tanto tempo se passou que tivemos tempo para questionar: “Para que precisamos da Home mesmo?”. Agora a luta será pela relevância em um mundo que ignorou Second Life, foi dominado pelos Mii e já sinaliza o advento de avatares no Xbox 360. Tão melhor seria se a Sony inaugurasse um quarto & cozinha para depois construir novas dependências.
Enquanto a concorrência (leia-se: Xbox Live) só vem crescendo em cima de seus acertos, a Sony continua a lutar contra suas tenazes raízes. Ainda é, com poucas novidades, a empresa que consagrou o walkman, o disquete e o cd player sem precisar se ocupar com conteúdo. A Sony é, por excelência, uma empresa de hardware. Mais: é uma organização de estrutura predominantemente vertical, em que não há intercomunicação (ou há pouca) que possibilite que os produtos e serviços se integrem, que permita que a bendita XMB seja acessada durante os jogos.
Esforços recentes sinalizam novos tempos na companhia – a ascenção de Howard Stringer à presidência, o primeiro ocidental no cargo, é uma dessas ações. Só espero que as medidas não demorem a surtir efeito, pois já nem me importo mais de ser um “sem-teto digital” no condomínio conhecido como PlayStation 3, e é possível que o povo também fique cansado das promessas politiqueiras de “moradia para todos”.

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Íntegras: Lair (Review, PS3) [D&T PlayStation 105, 10/2007]

Posted by Fabão on 6th julho 2008

Eu respeito Julian Eggebrecht e seu pessoal da Factor 5, não apenas pela trilogia Rogue Squadron mas também pelos clássicos Super Turrican 1 e 2 do Super NES (com músicas do pouco mencionado alemão Chris Hülsbeck). Porém, uma mancha em seu currículo é o controverso Lair, o jogo de PS3 que prometeu horrores e cumpriu pouco. Dizem que saiu uma atualização na PlayStation Network no dia 15 de abril deste ano, quase oito meses após o lançamento, que permite jogar com as alavancas analógicas e adiciona suporte a rumble para quem tem DualShock 3. Acho que foi mais um pedido de desculpas, mesmo que tardio, do que uma tentativa de salvar o jogo, já que o estrago estava feito. Tenho curiosidade em saber se o controle realmente mudou o jogo como alguns afirmam (uns mais entusiasticamente que outros), mas não tenho a menor vontade de ir atrás dele novamente e baixar a tal atualização. Alguém aí já experimentou os novos controles?

Também fico imaginando o que a Factor 5 estaria fazendo neste momento. Boatos apontam para Kid Icarus para Wii, mas também já falaram de Pilotwings no passado. Pelo jeito, a nova aliança é mesmo de volta com a Nintendo (mas ainda tenho uma esperança infantil de que seja um novo Turrican), e o produto deve ser anunciado na E3 2008, que está a meros oito dias de acontecer.

Enquanto o evento não chega, fique com minhas impressões de Lair, de quando ele só sabia bater asas com manobras sixaxianas. Depois do “salto”.

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